Blue Invest - Todos os direitos reservados - 2009 - CORRETORAdeSEGUROS SEGURO VIAGEM SEGURO RC MÉDICO/DENTISTA SEGURO PARA EMPRESAS SEGURO GARANTIA SEGURO DE VIDA SEGURO PARA CONDOMÍNIOS saiba aqui A Blue Invest Corretora de Seguros e Benefícios tem sua missão fundamentada no moderno conceito de Wealth Management. Wealth Management consiste em administrar os objetivos e sonhos dos indivíduos e o das suas famílias no curto, médio e longo prazo, assistindo-os com produtos de acumulação de poupança e modernos planos de seguros. Estamos preparados para acompanhar nossos clientes na construção, controle, preservação e acumulação de riqueza através de um relacionamento de longo prazo construído com transparência, excelência nos negócios e metas para o futuro. Com a Blue Invest você vai ter sempre aconselhamento de recomendações de produtos de seguros, planos de previdência privada e investimentos baseado nas suas necessidades e metas futuras. Possuímos parceiros que oferecem o que há de mais moderno no mundo em soluções financeiras para você e sua empresa. Quem faz: PRINCIPAIS PRODUTOS PREVIDÊNCIA PRIVADA BEM VINDO AO WEBSITE DA BLUE INVEST SAIBA MAIS NOSSOS SERVIÇOS Principais erros do investidor iniciante Economizar, poupar e investir: três etapas do planejamento financeiro Pensando em contratar seguro? Procure ajuda de um corretor de seguros Responsabilidade civil: proteção contra danos a terceiros Seguro-viagem: garanta a tranqüilidade de suas ferias Seguro: ajuda no planejamento financeiro Seguro de vida: quanto você precisa ter de cobertura? Planejamento para sua aposentadoria pode demandar decisão radical Expectativa de vida do brasileiro sobe. Como se preparar? Plano de previdência facilita planejamento sucessório GESTÃO DE RISCOAvaliação da exposição a riscos financeiros diante da atual cobertura de seguros.Formulação de estratégias de gestão de risco.GESTÃO DE ATIVOSAnálise da atual alocação de ativos do cliente.Cálculo da taxa de retorno requerida para atingir os objetivos do cliente e se são compatíveis com sua tolerância ao risco.Estudo de possíveis estratégias de investimentos.PLANEJAMENTO DE APOSENTADORIAFormulação de estratégias de planejamento de aposentadoria, avaliando as vantagens e desvantagens de cada uma. A certificação CFP® é uma certificação de distinção, de caráter não obrigatório, que concede aos profissionais certificados, padrão internacional de conduta ética e responsabilidade na prestação de serviços de planejamento financeiro pessoal. A certificação CFP® foi criada nos EUA, em 1986, com o objetivo de assegurar aos investidores e ao público em geral a atuação dos profissionais de planejamento financeiro pessoal de elevado padrão de qualidade. Os profissionais certificados assumem o compromisso de manterem atualizados constantemente em todas as áreas do processo de planejamento financeiro pessoal e de adotarem padrões de excelência no atendimento ao cliente. Esses princípios permitiram que a certificação CFP® se tornasse o principal diferencial entre os profissionais independentes e os alocados em grandes instituições financeiras, que a apóiam e divulgam ao redor do mundo. CERTIFICAÇÃO CFP® Nome: Mensagem: E-mail: Você pode entrar em contato conosco pelo telefone, e-mail ou nos enviando uma mensagem on-line que responderemos o mais rápido possível. Formulário para mensagens on-line enviar Entrando em contato conosco Rua Antonio Barreto, número 130 Ed Village Office Loja 1 Bairro Umarizal, Belém - PA CEP.: 66055-050 Telefone: (91) 30834276 E-Mail: fernando@blueinvest.com.br Website: www.blueinvest.com.br txt_1231963816 X txt_1231963816 X Você se prepara durante anos e anos para exercer a sua profissão com precisão e responsabilidade. Mas, em condições adversas, todos nós estamos sujeitos a eventualidades. Pensando especialmente nos profissionais da área da saúde (médicos, dentistas e auxiliares de medicina), o seguro de Responsabilidade Civil para Médico e Dentista (pessoa fisica ou jurídica) garante a sua segurança, a sua reputação e os seus direitos em caso de danos causados aos seus pacientes. Uma particularidade desse seguro é que ele pode ser contratado tendo como base a reclamação de terceiros e você será reembolsado sempre que for responsabilizado judicialmente por algum dano. Também pode decidir se a sua apólice terá ou não franquia. COBERTURAS Básica Erro ou omissão no exercício da profissão. Danos Morais Acidentes de uso ou conservação do consultório. Equipamentos médico-eletrônicos. Honorários advocatícios e custas judiciais decorrentes de reclamações dos pacientes. Adicional Prazo suplementar para reclamações. Solicite uma proposta aqui txt_1231963816 X Ninguém está livre de imprevistos, ainda mais no exterior. Mala extraviada é um caso clássico. Acidentes com esqui ou na praia, enfim, você e sua família podem precisar de assistência médico-hospitalar. Além de oferecer auxílio médico e odontológico, o plano pode incluir ainda a cobertura de gastos com advogados e fianças no exterior, repatriação em caso de morte e até o extravio de bagagem pela companhia aérea. Inclui ainda seguro para acidentes pessoais e indenização por morte. É importante lembrarmos que os países Europeus que fazem parte do Tratado de Schengen (1), já determinaram à obrigatoriedade da contratação de seguro viagem para os turistas que os visitam. Fazem parte do tratado: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Itália, Islândia, Holanda, Luxemburgo, Noruega, Portugal. Embora a princípio pareça um gasto desnecessário de dinheiro, é sempre bom prevenir antes do que remediar depois. A viagem dos seus sonhos pode acabar sendo interrompida por algum imprevisto e você pode acabar voltando para casa mais cedo por simples negligência na hora de se cuidar. Dentre algumas modalidades de seguro de viagens que você pode fazer estão: EstudanteIntercâmbioTrabalhoAventuraEntre outras Solicite uma proposta aqui txt_1231963816 Clique aqui para visualizar a tabela de planos X Investir é fundamental para quem quer ampliar seu patrimônio e, obviamente, esse é o desejo de grande parte das pessoas. Porém, agir sem conhecimento pode trazer o efeito contrário, ou seja, prejuízo. ?Investir é bom, faz bem e todo mundo deveria fazer. Porém é preciso ter atenção, dedicação e conhecimento. Entrar em um investimento porque muita gente entrou e conseguiu bons lucros não é garantia de que você também terá bons rendimentos. Inclusive, para você, tal investimento pode resultar em perdas. Por isso, na hora de investir, todo cuidado é pouco?, alerta o consultor financeiro, Leandro Martins. Principais erros Autor do livro Aprenda a Investir - Saiba Onde e Como Aplicar seu Dinheiro, Martins lista os principais erros dos investidores iniciantes. Confira e evite! 1- Ignorar a relação lucro x risco: as pessoas precisam ter em mente que quanto mais um investimento pode render, mas risco ele traz. Não dá para ouvir a história de alguém que ganhou muito em uma modalidade e ignorar os riscos pelos quais ela passou; 2 -Falta de conhecimento e excesso de otimismo: é preciso, acima de tudo, ter cuidado, conhecimento e disciplina. Algumas pessoas, por excesso de otimismo, leem dois livros, fazem um curso e acham que é suficiente para se arriscar em modalidades mais arriscadas e não funciona assim; 3- Buscar investimentos que não conhece: vejo iniciantes tentando mercado de opções, mercado a termo sem nem saber do que se trata, apenas porque ouviu falar; 4 -Não consultar um especialista: sou a favor que o investidor saiba fazer suas análises e tirar suas próprias conclusões delas. Porém, enquanto ele é iniciante, consultar um especialista (consultor, analistas, operador) é fundamental até para confirmar suas percepções; 5 -Pegar empréstimo para investir: muitos investidores iniciantes se empolgam com os possíveis ganhos e decidem pegar um empréstimo para investir. Essa é uma "grande roubada", um risco desnecessário. Além do risco, esse investidor terá que pagar juros ao banco e vai correr um risco que não vale a pena; 6 -Considerar rentabilidade bruta: é comum que, ao escolher uma modalidade, o investidor não avalie a rentabilidade líquida. Ele esquece de avaliar as taxas que serão cobradas, a incidência de impostos. Por exemplo, não é difícil ouvir que os fundos DI possuem boa rentabilidade. Porém, quando se desconta a tributação e as taxas, percebe-se que a poupança pode trazer ganhos melhores. by Infomoney txt_1231963816 X Economizar, poupar e investir. Não raro estas três palavras são vistas como sinônimos, quando, na verdade, representam etapas distintas do planejamento financeiro. No Brasil, pesquisar preços e pechinchar já faz parte da rotina da maioria das pessoas. Também contribuiu para a formação deste hábito o período de hiperinflação pelo qual passou o País. Assim, quando sai às compras, a maioria dos brasileiros procura comparar preços, buscando opções mais baratas do mesmo produto. Mas este esforço muitas vezes acaba se perdendo, porque o dinheiro economizado em um item acaba sendo gasto em outro. Economia deve ser vista no contexto amplo Ainda que a capacidade de comparar preços e gastar menos com um determinado item seja uma parte importante do planejamento orçamentário, ela acaba não gerando os benefícios necessários quando é vista de forma isolada. E é isso que acontece no Brasil. A razão é simples: a maioria dos brasileiros ainda não elabora um orçamento. Sem uma idéia clara do seu padrão de gastos mensal, fica difícil entender o impacto que a economia na compra de um determinado produto (ou serviço) tem no todo. Assim, a decisão de economizar passa a ser quase um reflexo e não parte de um planejamento. Em outras palavras, aquilo que é economizado com um item acaba sendo gasto com outro. E isso é muito ruim, pois economizar implica em esforços, que acabam não sendo compensados se o dinheiro é gasto de outra forma. Por quê? Simples: você economiza, mas não poupa. Assim, apesar do esforço de economizar, você acaba não conseguindo acumular um patrimônio, de forma a melhorar a sua qualidade de vida. Dessa forma, fica a sensação de sacrifício permanente sem um retorno adequado, o que pode levá-lo a abandonar a disciplina de pesquisar preços e economizar, sem a qual você pode perder o controle financeiro e se endividar. Por outro lado, se o ato de economizar é colocado dentro do contexto de um planejamento financeiro, é bastante provável que ele se traduza, ao final do mês, em capacidade de poupar. Aí sim, o ato de economizar permite a formação de um patrimônio e, conseqüentemente, a melhora da sua qualidade de vida. Transformar economia em poupança fica mais fácil quando se possui um orçamento. Isso porque, através do orçamento, é possível definir metas de poupança mensal, o que, em geral, impede que você gaste aquilo que economizou com outro item. Aos poucos, da mesma forma como aprendeu instintivamente a comparar preços e economizar, você aprende novos hábitos de consumo e começa a tomar decisões mais inteligentes para o uso do seu dinheiro. Da poupança ao investimento Ainda que poupar seja uma etapa importante, o sucesso do planejamento financeiro de uma pessoa depende da sua capacidade de fazer o dinheiro que conseguiu poupar crescer. Em outras palavras, é através do investimento, ou da aplicação dos recursos poupados, que o esforço de abrir mão de consumo hoje em favor da capacidade de poder gastar no futuro é recompensado. Isso porque uma estratégia de investimento bem-sucedida permite que a quantia poupada hoje cresça mais do que a inflação durante o período em que estiver investida, o que permitirá o aumento do poder aquisitivo futuro. Imagine a seguinte situação: você consegue poupar R$ 500 por mês e, durante 60 meses, investe este dinheiro a uma taxa líquida de 5% ao ano acima da inflação. Após 5 anos, teria poupado R$ 30 mil, ou seja, você abriu mão de gastar R$ 500 por 60 meses. Mas, como investiu este dinheiro a uma taxa que supera a inflação, ao final do período teria acumulado a quantia de R$ 33 mil. Na prática isso significa que você "abriu mão de gastar R$ 30 mil" em favor de poder gastar R$ 33 mil no futuro, ou seja, 10% a mais. txt_1231963816 X Agências de viagens, administradoras de cartões de crédito, departamentos de crediários em lojas e até concessionárias de serviços públicos oferecem alguns tipos de seguros aos consumidores. Mas, quando se procura um seguro, para que você tenha realmente segurança e não dor de cabeça, o melhor caminho é pedir o auxílio de um profissional que entende do assunto: o corretor. Consultor O corretor de seguros vive diariamente em contato com o produto que está vendendo, portanto conhece tudo sobre ele. Isso o torna a pessoa mais indicada para orientar os clientes na hora da escolha do seguro. Além disso, o corretor tem maior facilidade de pesquisar preços do que você, o que certamente é uma enorme vantagem. É por este motivo que é necessário prestar atenção na hora de escolher o corretor certo para fazer negócio. Se você sente que ele não está lhe dando as informações necessárias e não consegue responder perguntas básicas, troque de profissional. Afinal, além de ser uma pessoa autorizada a vender qualquer tipo de seguro (vida, saúde, imóvel e outros), o corretor é um consultor, que deve ouvir suas dúvidas e explicá-las. Conexão Uma pesquisa realizada pelo Bradesco revela que 87% dos consumidores preferem o seguro feito com a intermediação do corretor, o que comprova que a confiança do cliente nestes profissionais é grande. O corretor tem o papel de conectar o segurado à seguradora, para que o cliente tenha todas as suas necessidades atendidas. Quando cumpre seu papel, muitos deles acabam se transformando em um consultor de finanças pessoais, e orientam os clientes na escolha do seguro mais adequado ao perfil. Afinal, o papel do seguro no planejamento financeiro individual é inegável. Acompanhamento O consultor acompanha o cliente no processo de escolha do seguro mais adequado. Caso você sofra qualquer tipo de acidente, a primeira providência a ser tomada é ligar para o corretor. Ele é a pessoa mais indicada a orientar o cliente num momento complicado como esse e deve indicar passo a passo o que fazer. Por isso, desconfie se o corretor não lhe der os números de contato dele, até mesmo o celular. Estes profissionais recebem uma comissão que já está inclusa no preço do seguro. É seu direito exigir um bom atendimento e recorrer a eles sempre que acontecerem imprevistos. Sempre é bom lembrar que você deve verificar se o corretor é efetivamente habilitado a atuar no mercado de seguros. Informe-se sobre sua experiência e quanto tempo já atua neste mercado, pois isso pode representar um diferencial importante. Por: Infomoney txt_1231963816 X Responsabilidade civil. Que tipo de proteção esse seguro oferece? O principal objetivo do RC (como é conhecido este seguro) é de garantir a sua proteção caso seja responsabilizado civilmente por ter causado danos involuntários pessoais e/ou materiais a terceiros. Para entender melhor, vale lembrar a grande diferença entre responsabilidade civil e penal: a falta de intenção de prejudicar o outro, na civil. Já na penal, por outro lado, como existe intenção de causar o dano, o responsável está sujeito a cumprimento de pena como previsto na lei. Para que contratar? Caso você se envolva em um acidente, você pode ser condenado na Justiça a indenizar alguém pelos prejuízos que causou. No caso de ter contratado um seguro de RC, a seguradora irá pagar o valor previsto no contrato e, dependendo do plano, pode até arcar com os custos da assistência jurídica. Se você possui um seguro de automóvel, é possível que já contrate esse tipo de proteção adicional. Imagine o que aconteceria se você fosse responsável por um acidente de trânsito que leve à invalidez, temporária ou permanente, do outro motorista? No mínimo você teria que pagar os gastos com o tratamento da vítima. Mas, sua responsabilidade não termina aí. Afinal, a família deste motorista poderá enfrentar dificuldades financeiras, de forma que é provável que você seja obrigado a pagar uma indenização elevada para a vítima. É aí que o seguro de RC, combinado com o de auto, faz a diferença. Porém, a cobertura neste caso só é válida para acidentes causados pelo veículo que foi segurado. Quem deve contratar? O Código de Defesa do Consumidor (CDC) vem ampliando os direitos dos cidadãos e atribuindo mais responsabilidade a quem presta serviços e oferece produtos ao consumidor. Por conta disso, muitas empresas já contratam o seguro de RC para seus principais executivos, temendo que uma ação judicial possa envolvê-los em danos causados ao meio ambiente, à saúde dos consumidores etc. Raciocínio semelhante tem levado muitos médicos, arquitetos, engenheiros e até contadores a contratarem esse tipo de proteção. Se você, de alguma forma, mesmo que involuntariamente, possa causar o risco a alguém, vale a pena considerar o seguro de RC. Cobertura: como escolher? Como o seguro garante o pagamento de uma indenização caso o segurado seja responsabilizado civilmente por causar prejuízo a um terceiro, é recomendável que você pesquise junto a advogados o tipo de indenização que vem sendo pago em causas semelhantes por danos materiais e morais. Use esses valores como referência para definir o valor da indenização. A maioria dos seguros RC trabalha com o conceito de franquia. O conceito é o mesmo que o dos seguros de autos, só que, ao invés de um valor monetário, muitas vezes ela é definida como percentual. Assim, uma franquia de 5% significa que em uma indenização de R$ 400 mil, o segurado terá que arcar com R$ 20 mil. Por: Infomoney txt_1231963816 X As tão sonhadas férias já chegaram e você mal pode esperar para viajar. Depois de pensar no que vai levar, se vai estar frio ou calor, se as roupas vão caber na velha mala ou se deve comprar uma nova, se vai conhecer pessoas interessantes e se o dinheiro vai dar, será que não está faltando nada? Será que em algum momento você chegou a pensar que é possível sofrer um acidente durante as férias fora do Brasil? Não se trata de pessimismo, mas sim de garantir sua segurança na viagem, seja a trabalho, estudo ou descanso. Lembre-se que não dá para prever tudo o que pode acontecer. Por isso, a solução é se precaver. Serviço oferece várias garantias Quem já não ouviu a história de alguém que teve uma crise renal durante a viagem de seus sonhos para a Espanha, ou uma dor de dente ao comer aquela aguardada pizza na tão sonhada viagem com os filhos para a Disney? Pois bem, essas são algumas das razões para você se lembrar de fazer um seguro-viagem. Este serviço garante, entre outros itens, assistência médica, cobertura de gastos com medicamentos e serviços odontológicos, indenização no caso de perda de bagagem (suplementar à garantida pela companhia aérea), assistência no caso de perda de embarque por motivo justificado, ajuda em caso de perda de documentos e até mesmo assessoria diante de problemas jurídicos. Entretanto, vale lembrar que o seguro-viagem não cobre os riscos de catástrofes naturais, como furacões e terremotos. São muitas as opções. Portanto, na hora de escolher o seguro, procure ouvir atentamente o seu agente e opte, no caso de viagem internacional, pelas empresas que prestem atendimento em português. Mesmo que você estude inglês há anos, na hora do nervoso o entendimento pode se tornar complicado. Para cada cobertura, um preço A cobertura destes serviços varia de acordo com o plano escolhido, da mesma maneira que os preços são proporcionais ao tipo de assistência e ao tempo de duração da viagem. Os planos básicos incluem emergências médico-hospitalares, assistência e emergência odontológica, seguro bagagem, e repatriação, com uma cobertura em geral de US$ 100 mil. Ainda existe a opção de um plano anual, indicado para executivos que viajam bastante a negócios. Lembre-se, porém, que dentro desse ano há um número máximo de dias cobertos, que variam de acordo com o contrato. Se você viaja muito a trabalho e está interessado nesse tipo de plano, veja com que freqüência você tem saído do país e quais as possibilidades de viajar nos próximos 12 meses. Além das operadoras de turismo e dos agentes de viagens, as instituições financeiras também oferecem boas opções destes serviços, muitas vezes atrelados ao próprio cartão de crédito. Ao escolher um seguro viagem, você deve se preocupar com a cobertura médico-hospitalar. Não deixe de pesquisar quais são as coberturas oferecidas pelo plano, assim como seus respectivos limites. Pesquise com amigos se eles já fizeram esse tipo de seguro e ficaram satisfeitos. É sempre bom ter recomendações, especialmente em relação à empresa seguradora, que deve ter tradição no mercado. Verifique, também, qual o procedimento a ser tomado na hora do desembolso, ou seja, se a empresa paga diretamente ao prestador de serviços, se isso é intermediado por outra companhia ou por você mesmo. Tratado de Schengen Vale lembrar que os brasileiros não necessitam de visto para entrar em qualquer um dos Países Europeus integrantes do espaço Schengen (Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Itália, Islândia, Luxemburgo, Noruega, Países Baixos, Portugal e Suécia), quando estiverem se deslocando a turismo e, por no máximo 90 dias. No entanto, a isenção de visto não exime os turistas brasileiros do cumprimento de algumas formalidades de entrada no espaço Schengen, entre elas a contratação de um seguro-viagem. Na hora da entrevista da imigração (na entrada do país de destino), o oficial pode nem pedir a comprovação do seguro, mas é melhor garantir do que correr o risco de ter de voltar para casa por causa da falta do documento. txt_1231963816 X Uma das principais causas que levam as pessoas a se atolarem em dívidas é a falta de planejamento. Mas, em outros casos, somos surpreendidos por gastos considerados extraordinários, com saúde, por exemplo, ou com a perda de um emprego, que acabam nos levando a atrasar contas e levantar dívidas. Vale notar, contudo, que, apesar do nome, os gastos extraordinários podem ser planejados. É isso mesmo. Se você avaliar o seu padrão de gastos, em um horizonte de 6 a 12 meses, certamente conseguirá identificar que uma parcela relativamente constante do seu orçamento é direcionada para o que chamamos de gastos extraordinários. Seguro não elimina reserva de emergência Diante disto, cabe a você incluir estes gastos no seu planejamento orçamentário, se quiser evitar surpresas. Caso você venha a não incorrer nestes gastos, pode direcionar a parte do orçamento que estava alocada para eles para investimento. Desta forma, consegue finalmente dar início à sua reserva de emergência. Mas, existe outra forma de estabilizar o seu padrão de gastos e se proteger das emergências: a contratação de seguro. Afinal, ao contratá-lo você garante o recebimento de uma indenização, caso um determinado evento de risco venha a acontecer. Vale notar que contratar seguro não elimina a necessidade de se construir uma reserva de emergência. Ao contrário do seguro, cuja indenização só é paga caso o risco se confirme, na reserva de emergência você utiliza o dinheiro para o que quiser. Ao contratar um seguro de automóvel, por exemplo, você se protege para o caso de sofrer um acidente e ter que arcar com gastos excessivos no conserto do seu veículo e/ou o de terceiros. Gastos esses que podem comprometer a sua situação financeira, ainda que temporariamente. Risco do extraordinário em parcelas Na prática, portanto, ao contratar uma apólice de seguro, você consegue traduzir alguns dos seus riscos extraordinários para uma base mensal. De maneira simplificada, pode-se dizer que o seguro pode garantir a proteção do seu patrimônio (ex. Carro, casa, etc.) ou lhe propiciar um valor financeiro que ajude durante uma época de dificuldade financeira (ex. Seguro prestamista, seguro de vida, seguro de saúde, de acidente etc.). Ao tornar despesas consideradas extraordinárias em prestações fixas, o seguro facilita o planejamento financeiro, sobretudo, para quem tem dificuldade para poupar. Essas pessoas têm maior facilidade de pagar uma prestação do que reservar uma parcela do orçamento para poupança. Apesar do seu papel importante no planejamento financeiro, é preciso cautela na contratação do seguro. Da mesma forma como em qualquer investimento, antes de contratar seguro você precisa avaliar qual é o seu objetivo. Afinal, ainda que se trate de uma despesa positiva, o pagamento de seguro compromete o seu orçamento. Portanto, antes de contratar uma apólice, pergunte-se: O que você pretende segurar? Quanto irá custar essa proteção? Não há um uso mais eficiente para o dinheiro? Avalie os riscos a que está exposto e as perdas financeiras que terá, caso eles venham a se concretizar. Examine a relação de custo benefício das coberturas existentes para esse tipo de risco. Só aí então tome a sua decisão. Por Infomoney txt_1231963816 X Seguro de vida é um daqueles produtos que contratamos com a intenção de nunca ter que usar. Mas, se você possui alguém que é financeiramente dependente de você, então você deve avaliar a possibilidade de contratar um seguro de vida. Afinal, este é o objetivo do seguro de vida: garantir a segurança financeira dos seus dependentes por um determinado período de tempo caso você esteja impossibilitado de fazê-lo. Uma vez que esteja convencido de que você precisa contratar este tipo de seguro, é hora de se perguntar que tipo de cobertura você precisa ter, ou seja, de quanto deve ser a indenização para que seus dependentes tenham a tranqüilidade financeira necessária para retomar as suas vidas. Qual é o seu estilo de vida? Sua primeira providência deve ser entender qual é o seu estilo de vida, pois é através dele que você poderá determinar o valor do seu seguro de vida. Se você é assalariado e ainda não acumulou o suficiente para que a sua família possa viver de renda, a cobertura do seu seguro deve, ao menos, ser capaz de cobrir o seu salário por um determinado período de tempo. O período de tempo necessário vai depender da situação da sua família. Por exemplo, se o seu cônjuge não trabalha e você é o único responsável pelo sustento da casa, o período necessário de cobertura deve ser mais longo. Mas, mesmo que o seu cônjuge trabalhe, é bastante provável que, ao menos nos primeiros meses, opte por ficar em casa para dar um maior apoio às crianças. De forma que é preciso levar isso em consideração na definição da cobertura do seguro. Por sua vez, caso o seu cônjuge não trabalhe, o seguro deve levar em consideração, por exemplo, o custo de um treinamento de capacitação, ou para abertura de um negócio, de forma que seu cônjuge possa, eventualmente, garantir o sustento da família. Além do cônjuge é preciso pensar nos pais e filhos Se seus pais já são idosos e moram com você, e o seu cônjuge é quem cuida deles, você terá que avaliar o custo de ter outra pessoa fazendo isso, já que muito provavelmente seu cônjuge terá que voltar a trabalhar e não terá condições de arcar com esta responsabilidade. Ainda que a maioria dos financiamentos imobiliários já inclua no custo da prestação o custo de seguro que garante a quitação do saldo devedor em caso de falecimento, ou acidente com invalidez permanente do titular, é importante que você avalie se ao falecer sua família terá dificuldades para manter o pagamento de financiamentos ou consórcios. Dependendo da idade dos seus filhos, você também precisa se preocupar com a garantia do futuro deles. Se eles ainda são crianças, e você não contrata seguro educação, ou possui um plano de previdência voltado à garantia do estudo dos seus filhos, estes custos, ou ao menos parte deles, também devem ser incluídos no seu cálculo. Faça as contas Para determinar o valor do seu seguro de vida, calcule as despesas correntes da sua família, estabeleça um prazo para cobertura destas despesas. Afinal, o seguro não tem como objetivo garantir uma renda perpétua, mas dar condições para que a sua família consiga se restabelecer. Como discutido acima, esta necessidade varia dependendo do perfil da sua família, idade dos seus filhos etc. Feito isso você deve estimar o valor do seu patrimônio, isto é, quanto acumulou até o momento. Mas lembre-se que alguns bens não poderão ser vendidos, como sua casa, portanto estime seu patrimônio já excluindo bens ou valores que não poderão ser usados para garantir uma renda familiar. A diferença deve ser o valor do seu seguro. Uma vez que tenha uma idéia clara do que pretende, é hora de contatar um corretor e pesquisar as melhores condições oferecidas no mercado. Por: Equipe InfoMoney txt_1231963816 X O planejamento tradicional para a aposentadoria inclui uma parcela da carteira em ações, em busca dos maiores retornos possíveis no mercado. No entanto, a opção é muito mais questionada do que aparenta. Zvi Bodie, professor da escola de administração da Universidade de Boston, é destes que discordam radicalmente das premissas assumidas pela tradição teórica das finanças. Um radicalismo conservador, pois a poupança para a aposentadoria é sagrada - não pode estar exposta a risco algum. O embate é mais acirrado com os que enxergam o mercado de modo simplista, ofuscados pelos rendimentos que as ações podem trazer. Mas há também aqueles que buscam o que está por trás das ilusões do mercado, focando seus investimentos na capacidade de crescimento das empresas. Apenas o que sobra É preciso defender o professor das críticas sobre casuísmo. Sua aversão completa a riscos vem de longa data, sendo tema de alguns livros e estudos publicados muito antes da eclosão da atual crise. Isto não quer dizer que Zvi Bodie descarte as ações como opção para investimento. Contudo, recomenda que somente se deva alocar em renda variável aquilo que se pode perder. Para a aposentadoria, ele não titubeia ao recomendar que os investidores aloquem 100% de sua carteira em títulos públicos protegidos da inflação. Se para chegar à aposentadoria é preciso arriscar, em busca de retornos maiores, o acadêmico sugere a revisão das premissas. "Você precisa fazer um sacrifício em algum lugar", disse em entrevista recente à CNN; signifique isto aceitar um padrão de vida mais baixo ou se aposentar mais tarde. Ele reconhece, contudo, que alguns riscos não podem ser eliminados. Seja qual for o ativo escolhido ou a disposição para continuar no mercado de trabalho. "Há alguns riscos com os quais temos que conviver. E não é possível resolver isso pelo investimento em ações", comentou Bodie. Moderação Sem a ganância cega pelos retornos, capaz de causar desastres de um dia para o outro, não são poucos os investidores que veem nas ações uma forma de potencializar a poupança para aposentadoria. Para isto, é crucial alterar estratégia e foco, ao mesmo tempo em que se pondera a fase da vida por que passa o investidor. Investidores como Warren Buffett, o bilionário controlador da Berkshire Hathaway, tentam pôr o mundo das hipóteses de lado, atentando principalmente para fatores específicos de cada empresa. "Eu não compro ações tendo por base se nós vamos sair da recessão em três meses, seis meses ou um ano. Eu compro porque acredito em seu valor ao longo do tempo", disse Buffett em recente entrevista à revista Fortune. "E eu acredito ser um erro que os investidores focalizem projeções para o negócio, em vez de olhar para o valor intrínseco do negócio", completou. uventude enganosa Embora busque refúgio em uma análise qualitativa diferente, o investidor não pode descuidar dos riscos a que está sujeito. Se do dia para a noite suas posições podem ser pulverizadas, a proximidade com a idade da aposentadoria pede uma menor exposição aos riscos, pois resta pouco tempo para se recuperar possíveis perdas. Da mesma forma, vale a pena correr mais riscos quando se é jovem. Zvi Bodie discorda da ideia de que o risco do investimento em ações é menor no longo prazo. "O dinheiro para aposentadoria pertence aos ativos verdadeiramente seguros, cujo valor não se desfaz, não em ações", conclui o professor da Universidade de Boston. Por: Vitor Silveira Lima Oliveira - Infomoney txt_1231963816 X De acordo com o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), calculado pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), divulgado nesta segunda-feira (05), a expectativa de vida do brasileiro, ao nascer, segundo o relatório de 2009, atingiu 72,2 anos. Quando separados por sexo, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), essa mesma estimativa dos homens cai para 68,8 anos, enquanto que para as mulheres, sobe para 76,4 anos. Diante deste cenário, como se preparar financeiramente para uma vida mais longa? Planejar e investir Para garantir uma aposentadoria tranquila, é necessário planejá-la desde cedo. Quanto antes você começar a guardar com esse objetivo, menor será o esforço de poupança mensal. Por exemplo: se você tem 18 anos e dispõe de R$ 100 por mês para poupar, com 60 anos terá guardado cerca de R$ 460 mil, considerando um investimento conservador, com rentabilidade de 0,7% ao mês. Por outro lado, se você tem 40 anos e só agora resolveu pensar na aposentadoria, considerando o mesmo exemplo anterior, conseguirá poupar, apenas, pouco mais de R$ 60 mil, ou, para alcançar os R$ 460 mil, terá que dispor de mais de R$ 750 por mês. Previdência social x privada Investir em previdência privada pode ser uma alternativa para não depender da previdência social. De acordo com os últimos dados da Fenaprevi (Federação Nacional da Previdência Privada e Vida), a procura por planos de previdência privada está em tendência constante de alta e começa cada vez mais cedo. Prova disso é o avanço da captação dos planos para menores de idade, que aumentou 18,17% em julho de 2009, na comparação com igual mês de 2008. Por esses números, é possível concluir que a população em geral está preocupada com o futuro. Segundo o IBGE, a tendência é que a expectativa ao nascer aumente gradativamente, ano a ano, o que faz com que os pais, hoje, além de garantirem o próprio sustento, tenham de se preocupar também com o futuro financeiro dos filhos. Essa geração, se mantida a tendência, sofrerá ainda mais com o déficit previdenciário, que atualmente, conforme dados do Regime Geral da Previdência Social, está em quase R$ 30 bilhões . Por: Patricia Alves 05/10/09 InfoMoney txt_1231963816 X txt_1231963816 X Quais são as taxas cobradas pelos planos? As taxas cobradas pelos plano são basicamente três: de carregamento, administração e de saída. Estes custos afetam diretamente a rentabilidade do plano. Eu posso transferir meu fundo para outro? Você pode transferir seus investimentos de um plano para outro, sem tributação, desde que aguarde o prazo mínimo de carência. A portabilidade desses recursos, entretanto, só é possível entre aplicações do mesmo tipo. Você estará sujeito apenas ao pagamento da taxa de saída. Que detalhes eu devo ficar atento? -Tome cuidado também com as simulações feitas com taxas de rentabilidade irreais. Promessas de juros reais de 12%, 15% e até 18% não são sustentáveis no longo prazo. -Verifique se o seu perfil de investidor está em linha com o perfil de risco de seu fundo de previdência contratado. -Fique atento à tabela atuarial que a Seguradora está utilizando para ver se ela espelha a realidade. -Apesar de os planos de previdência sofrerem fiscalização tanto da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados ) quanto do Banco Central, não negligencie a análise da solidez da empresa seguradora. Nós, da Blue Invest trabalhamos para ajudá-lo a desenhar um plano de previdência sob medida para suas necessidades e metas futuras. Por conhecermos profundamente as várias características dos planos oferecidos pelo mercado segurador, podemos aconselhar a modalidade de plano mais adequada a seu perfil de investidor, bem como estudar uma combinação de plano de previdência, seguro de vida e fundos de investimentos, que torne a sua vida muito mais segura. Um plano de previdência privada é uma ferramenta de planejamento financeiro pessoal. Tem como objetivo, auxiliar na obtenção de renda vitalícia necessária para garantir o padrão de vida desejado no período de aposentadoria. Divide-se em dois momentos: -Período de acumulação: todos os recursos (contribuições, aportes financeiros), são atualizados de acordo com o plano escolhido, formando a reserva necessária para obtenção do benefício desejado; -Período de concessão do benefício: quando for atingida a idade de saída escolhida para se aposentar, a reserva acumulada transforma-se efetivamente em renda, sendo possível optar a melhor forma de recebê-la. Como escolher o produto mais adequado às minhas necessidades? Existem diferentes opções de planos no mercado. O primeiro ponto a ser considerado na escolha do plano é a forma como você declara seu Imposto de Renda. Qual a melhor hora para se entrar em um plano? A regra do quanto antes, melhor, é totalmente válida, já que quanto antes você começar a investir, mais tempo terá para juntar o necessário para a sua aposentadoria, e maior o efeito dos juros no total acumulado e, mais ainda, como os rendimentos só são tributados na hora do resgate, ou quando você efetivamente receber o benefício, isso significa que, uma vez aplicado, o seu dinheiro cresce a uma taxa maior do que os fundos de renda fixa, que sofrem tributação na fonte a cada 6 meses. Quais são as taxas cobradas pelos planos? As taxas cobradas pelos plano são basicamente três: de carregamento, administração e de saída. Estes custos afetam diretamente a rentabilidade do plano. Outro custo envolvido está naquele cobrado pelos benefícios de risco ou seja, pecúlio, invalidez e pensão que podem ser contratados adicionalmente ao plano. Quais são os tipo de fundos oferecidos? Em geral são apresentadas 4 carteiras de investimento, sendo a diferença entre elas a parcela alocada para renda variável, que pode ser de 0%, 15%, 30% e 40%. Portanto, quanto maior seu apetite por risco,e mais longo prazo de investimento, maior pode ser a parcela direcionada para renda variável, e vice versa. Mas nunca se esqueça que o seu perfil de risco como investidor deve estar em linha com o perfil do fundo. Eu posso transferir meu fundo para outro? Você pode transferir seus investimentos de um plano para outro, sem tributação, desde que aguarde o prazo mínimo de carência. A portabilidade desses recursos, entretanto, só é possível entre aplicações do mesmo tipo. Você estará sujeito apenas ao pagamento da taxa de saída. Quem fiscaliza os planos de previdência? Os fundos de previdência são fiscalizados pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados ) e pelo Banco Central, oferecendo assim maior transparência e, portanto, menos risco para o investidor. Apesar disso, a solidez da empresa não deve ser negligenciada, mas só isso também não é suficiente, a comunicação com o investidor deve ser direta e transparente. Quais outros detalhes eu devo ficar atento? Fique atento à tabela atuarial que a Seguradora está utilizando para ver se ela espelha a realidade. A utilização de tabelas mais antigas gera um valor de benefício maior, mas pode no futuro comprometer a saúde do plano Cuidado também com as simulações feitas com taxas de rentabilidade irreais. Promessas de juros reais de 12%, 15% e até 18% não são sustentáveis no longo prazo. Cuidado redobrado também com as projeções de juros feitas durante o período de benefício. O que a Blue Invest pode fazer por você? Nós, da Blue Invest trabalhamos para ajudá-lo a desenhar um plano de previdência sob medida para suas necessidades e metas futuras. Por conhecermos profundamente as várias características dos planos oferecidos pelo mercado segurador, podemos aconselhar a modalidade de plano mais adequada a seu perfil de investidor, bem como estudar uma combinação de plano de previdência, seguro de vida e fundos de investimentos, que torne a sua vida muito mais segura. Quer sabe mais a respeito do seu futuro, ligue ou agende uma visita. Preencha nosso formulário txt_1231963816 X Um seguro de vida é uma ferramenta eficaz para trazer proteção e tranqüilidade para quem você ama. Pôr não precisar entrar em processo de inventário, permite que sua família tenha uma assistência na hora em que mais precisa dela. Existem no mercado basicamente duas opções de seguro de vida: os temporários ou tradicionais e os resgatáveis. Os seguros temporários são coberturas mais econômicas, devido à utilização por um curto período de tempo ou por um tempo definido. Contratados por um longo período de tempo, os seguros temporários não apresentam uma boa relação custo/benefício, em função da elevação dos prêmios (custos). Os seguros resgatáveis são destinados para períodos mais longos, apresentando inicialmente custos mais altos quando comparados com os seguros temporários, mas oferece excelentes vantagens: -Atende às suas necessidades por um longo período de tempo -Quanto mais o tempo passa, melhor a relação custo/benefício -O valor em dinheiro da sua apólice pode ser utilizado para ajudar você a cobrir suas necessidades financeiras, incluindo despesas com educação e fundo de aposentadoria. Basicamente as coberturas que você pode contratar numa apólice de seguro de vida são: Morte Natural ou AcidentalInvalidez permanente total ou parcial causada por AcidenteInvalidez permanente total causada por doençaAssistência FuneralDespesas Médico-Hospitalares PARA SUA EMPRESA Empresas vencedoras têm como característica atrair e reter talentos profissionais. Assim, a política de RH da sua empresa deve ter como estratégia desenhar planos de benefícios que atuem como ferramenta motivacional. Nesta hora contar com ajuda profissional faz toda diferença. A BLUE INVEST desenha soluções sob medida em planos de seguro de vida em grupo e previdência privada para sua empresa. Vida EmpresarialVida PrestamistaVida Decessos (Assistência Funeral)Vida Sucessão Empresarial Quer saber mais sobre proteção pessoal? Preencha nosso formulário txt_1231963816 X Saiba que, O valor da cobertura de incêndio deve tomar por base o valor de reconstrução do edifício, considerando-se uma construção nova. No cálculo, não são considerados o custo do terreno, a depreciação pela idade ou estado de conservação atual e o valor comercial do ponto, pois o objetivo é viabilizar a reconstrução do edifício. É um erro na renovação do seguro, manter as coberturas, principalmente de incêndio, com base na apólice anterior, sem reavaliá-las, iludindo-se com a expectativa de que a continuidade da renovação, sem alteração das coberturas, isente o síndico da responsabilidade. É um erro delegar a terceiros a responsabilidade pela aprovação do seguro, pois essa é pessoal e intransferível do síndico. É um erro deixar de adquirir seguro de Responsabilidade Civil dos Veículos, acreditando que a convenção por si só irá evitar a condenação judicial do condomínio em caso de roubo. Então, que tal Ligar para a Blue Invest e solicitar, sem compromisso, um estudo de seguro para seu condomínio? Prezado síndico, o que você deve saber sobre seguro de condomínio? Deve saber que tanto a Lei n° 4591 como o Novo Código Civil estabelecem a obrigatoriedade da contratação de seguro, a partir da concessão do Habite-se, que cubra toda a edificação contra o risco de incêndio ou outro evento qualquer, que possa causar destruição total ou parcial das instalações seguradas. Deve saber que o síndico, de acordo com a mesma lei, responde ativa e passivamente, em juízo ou fora dele, por qualquer inadequação ou insuficiência de seguro constatada. Que o síndico deve contratar um seguro que garanta todos os eventos a que o condomínio esteja efetivamente sujeito, entre os quais: incêndio, raio, explosão, queda de aeronaves, danos elétricos, vendaval, impacto de veículos, quebra de vidros, roubo, e os seguros de responsabilidade civil do condomínio, síndico, dos portões e veículos. Que o seguro deve garantir não só as áreas comuns, mas as unidades autônomas, exceto os condomínios horizontais, onde cada condômino constrói sua própria casa e adquire apenas a cota de terreno, além de uma fração das áreas comuns. Neste caso, apenas as áreas comuns devem ser seguradas. Solicite uma cotação aqui txt_1231963816 X Solicite uma cotação aqui Hoje, as pequena e médias empresas só não protegem seu patrimônio se não quiserem. As apólices tornaram-se mais flexiveis, simples e diversificadas e atendem a todas as necessicades, e o que é melhor nao custam caro. É possivel contratar em um mesmo pacote coberturas como incêncio, raio e explosão, chamada de cobertura básica e agregar outras adicionais tais como cobertura para proteção contra danos elétricos e em equipamentos eletrônicos, roubo de bens, roubo de valores, vendaval, cobertura para vidros e letreiros luminosos, perda de aluguel, despesas fixas, responsabilidade civil. O valor máximo de cobertura é determinado pelo seguro de incêndio (cobertura básica). A cada cobertura adicional contratada é possivel obter descontos progressivos, que reduzem ainda mais o valor do prêmio. Mas na hora de contratar e conseguir a melhor proteção pelo menor preço siga estes conselhos: 1- Revise suas atuais apólices ? quais estão em vigência, quais seguros sua empresa precisa, valor das franquias. Se sentir dificuldades em avaliar os riscos que a empresa está exposta, peça ajuda de um consultor de riscos ou corretor de seguros de sua confiança. 2- Não contrate tudo que lhe oferecerem ? Se você fez uma boa análise dos riscos expostos da empresa não vai querer contratar uma cobertura que tem risco zero de ser utilizada, como por exemplo, cobertura de danos elétricos para um galpão em que não há nenhum equipamento ligado à rede. 3- Fique atento às letras miúdas ? cuidado para não levar gato por lebre, já que é nos rodapés dos contratos que se localizam detalhes do contrato, em particular as exclusões, ou seja, aqueles eventos que a Seguradora não cobre. Esta situação é bastante comuns nos seguros efetuados nas agências de bancos. 4- Cuidado com seguro muito mais barato que a média cobrada pelo Mercado. 5- Deixe de fora o valor do terreno ? Seguro objetiva indenizar o valor de reposição do bem na data e local do sinistro. Se o proprietário faz seguro, do terreno, da marca, do jardim, ele estará pagando muito mais caro do que deveria. 6- Analise pelo menos 3 cotações de 3 Seguradoras e por fim, 7- Ligue para a Blue Invest Corretora de Seguros. txt_1231963816 X Segurado:é o contratante, aquele que contrata um serviço ou obrigação específica, seja de construção, fornecimento de bens, prestação de serviço etc. Ele é sempre o beneficiário da apólice. Tomador:é o contratado, aquele que assume diante do segurado/contratante as obrigações de construir, fornecer bens ou prestar serviços. É ele quem solicita a emissão da apólice. Segurador: é quem garante ao segurado/contratante que as obrigações do tomador/contratado serão cumpridas na forma e prazo acordados Modalidades mais utilizadas Garantia do LicitanteGarantia do ExecutanteGarantia para Adiantamento de PagamentosGarantia para Retenção de PagamentosGarantia de Perfeito Funcionamento Vantagens: Sua empresa conquista qualificação técnica e financeira para participar de concorrências e licitações. O que é um enorme diferencial competitivo Sua empresa desfruta uma relação custo-benefício vantajosa, comparada a outras formas de caução Tranqüilidade e eficácia na resolução de impasses entre o tomador e o segurado Cada vez mais, as empresas têm se deparado com a necessidade de apresentar garantias para se qualificar a participar de licitações e contratos junto a Órgãos Públicos e contratantes privados. O Seguro Garantia é o seguro que pode ser utilizado para garantir o cumprimento de obrigações contratuais, agilizar o despacho alfandegários de mercadorias e até mesmo em processos tributários ? administrativos ou judiciais, como alternativa a outras formas de caução. Confira abaixo o modelo de funcionamento do seguro garantia: txt_1231963816 X txt_1231963816 X txt_1231963816 Fernando Cesar Garcia da Costa, 40 anos, é sócio diretor da Blue Invest. É formado em matemática pela USP de Sao Carlos. Foi gerente do Banco do Brasil e diretor técnico da corretora de seguros ligada ao Banco da Amazônia. Corretor de Seguros com registro na SUSEP, e Agente Autônomo de Investimentos credenciado pela CVM. Desde 2007 possui a Certificação CFP. X txt_1231963816 X Muito mais do que um incremento para a sua renda na aposentadoria, o plano de previdência pode ser uma segurança financeira para a sua família, uma vez que facilita o planejamento sucessório, em caso de falecimento. Para dar comodidade e facilitar a vida dos herdeiros, muitos planejamentos incluem a alocação de recursos em fundos de previdência visando a redução do impacto fiscal e tributário e a facilidade de, em vida, alocar a distribuição dos recursos dos planos para os beneficiários que desejar. Outra facilidade, na opinião da supervisora de negócios de previdência privada do Itaú, Claudia Meggiolaro, é que a pessoa pode mudar de beneficiário a qualquer momento. "Isso evita problemas na partilha", afirmou. Existe uma grande flexibilidade para inclusão dos beneficiários. Imagine uma pessoa que tem um plano de previdência e que casa. Ela pode adicionar o cônjuge como beneficiário de 100% do valor acumulado. Então, nasce um filho. Este poderá ser incluído, com a proporção que a pessoa decidir dar a ele do montante acumulado. Recursos obtidos rapidamente, e sem custo! O grande diferencial dos planos de previdência, no planejamento sucessório, é a rapidez com que os recursos são destinados aos beneficiários. "Estes recursos são liberados em 20, 30 dias, desde que apresentada a documentação exigida", explicou o diretor comercial da Brasilprev, Marco Barros. O recurso adquirido pelos familiares não entram em inventário. Se entrasse, poderia demorar anos a fio até que os herdeiros recebessem o montante. Além disso, estaria submetido a despesas que, segundo Claudia, poderiam retirar até 40% do valor. Não se pode esquecer também do aspecto custo. Ao optar por transferir seu patrimônio, ou parte dele, através de um plano de previdência privada, você consegue economizar com tributos, despesas processuais e honorários advocatícios. "É uma forma de preservar para a sua família um pouco de tranqüilidade financeira", ponderou Barros. Existem benefícios adicionais Ainda de acordo com ele, é possível agregar uma segurança adicional, como o pecúlio, que nada mais é do que um benefício pago não na fase de resgate do plano de previdência, mas na fase de acumulação. O pecúlio trata-se de uma proteção adicional que o titular do plano pode optar em contratar, para se proteger na eventualidade do seu falecimento ou no caso de invalidez causada por acidente durante a fase de acumulação. Nos dois casos, desde que tenha sido cumprido o período de carência, o titular do plano (no caso de pecúlio por invalidez) ou de seus beneficiários (no caso de pecúlio por morte) terão direito ao recebimento de uma importância em dinheiro, que será paga de uma única só vez. "Eu posso contribuir e fazer um pecúlio de, por exemplo, R$ 300 mil. Se acontecer algo, eu já tenho esse dinheiro. À medida que aumenta o volume de reserva, você pode diminui o pecúlio", finalizou Barros. Por: Flávia Furlan Nunes - Infomoney txt_1231963816 X